CONCERTOS DE ORBLUA E THE HAPPY MESS EM LOULÉ NO FESTIVAL SOM RISCADO
No próximo sábado, dia 8 de abril, pelas 15h30, no
Convento do Espírito Santo em Loulé, no âmbito do Som Riscado – Festival de
Música & Imagem de Loulé, a banda algarvia OrBlua junta-se ao conhecido
realizador e visualista Tiago Pereira (d’A Música Portuguesa a Gostar Dela
Própria) para a apresentação de um concerto inédito, intitulado “Mãos”, em que,
numa parceria com o projeto “Loulé Criativo”, se explora e reinventa, numa
leitura contemporânea, o universo dos ofícios tradicionais num diálogo entre
som/música e imagem, sem esquecer várias profissões ligadas à realidade
louletana.
Oriundos do Algarve, os OrBlua, compostos por
Carlos Norton, Inês Graça e Nuno Murta, caraterizam-se pela originalidade das
composições e pelo cariz multi-instrumentista dos três músicos que o
compõem. Em palco a banda utiliza cerca de 20 instrumentos desde os mais
antigos, como a gralha, aos étnicos como a gaita-de-foles, o bouzouki ou o
adufe, aos contemporâneos como o baixo elétrico ou o piano, até ao
eletrónico uso de loop station. Um espaço onde se cruza o tradicional, o
contemporâneo e o experimentalismo. OrBlua é um projeto criado em 2011, que
conseguiu criar uma sonoridade lusa que cheira a Algarve, a mar, a serra,
a Mediterrâneo, a Europa, a Mundo que recolhe cheiros, cores, histórias,
memórias, paisagens e sonhos.
No mesmo dia 8, pelas 21h30, desta vez no
Cine-Teatro Louletano, os The Happy Mess sobem ao palco para um concerto
intenso e com uma forte componente visual. A banda é uma dos mais acarinhados
projetos da Indie Pop-Rock em Portugal. Os seus singles “Morning Sun” e
“Backyard Girl” atingiram até ao momento mais de 1,5 milhões de visualizações
no YouTube e fizeram os primeiros lugares dos tops de rádios nacionais. Em
Loulé vão apresentar ainda, em absoluta estreia algarvia, “Love is a strange
thing”, o single que abre caminho ao terceiro disco já prometido pela banda
para os próximos meses.
Ao longo deste sábado, com sessões às 11h00 e às 18h00,
na Casa da Cultura de Loulé (Parque Municipal) e com entrada gratuita, os mais
novos e suas famílias têm ainda a oportunidade de contactar com uma prestigiada
companhia performativa do Porto, a Radar 360º, que vem apresentar, em
antestreia (a estreia acontece mais tarde no Centro Cultural de Belém, numa
encomenda da Fábrica das Artes), a performance “Manipula#Som”, que consiste num
concerto visual de caráter circense. A linguagem artística do projeto nasce do
diálogo entre a manipulação de objetos e a música interativa. Acrescenta-se a
dimensão sonora à expressão visual do malabarismo e, simultaneamente, aborda-se
o som como matéria para esculpir e manipular.
O Bilhete Diário do Festival tem um custo associado
de 5 euros por pessoa (pagantes a partir de 12 anos inclusive), havendo também
a opção de Bilhete de Festival por um valor de 12 euros. Os bilhetes
encontram-se à venda no Cine-Teatro, FNAC, Worten, CTT, Pousadas da Juventude,
El Corte Inglés, Lojas Note!, Rede Serveasy e BOL (reservas 18 20 e www.bol.pt)
O programa detalhado do Festival encontra-se
disponível em http://cineteatro.cm-loule.pt
ou na página de Facebook do Cine-Teatro.
A organização é da Câmara Municipal de
Loulé/Cine-Teatro Louletano, com as parcerias de Loulé Criativo, Escola
Secundária de Loulé, Casa da Cultura de Loulé, Etic_Algarve, Zonzo, Centro
Cultural de Belém – Fábrica das Artes e Arte das Musas.

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